Histórico

Estádio Morenão

Morenão no final de sua construção.

O Curso de Engenharia Civil da então Universidade Estadual de Mato Grosso (UEMT) foi autorizado a funcionar pela Resolução nº 28, de 04.04.1970, do Conselho Estadual de Educação, tendo iniciado as suas atividades no 2º semestre daquele ano constituindo no primeiro dos cursos da área tecnológica.

O pedido de reconhecimento foi enviado ao Conselho Federal de Educação, em 1975, tendo sido concedido através do Decreto nº 78.889, de 06.12.1976, publicado no DOU, de 07.12.1976. Nessa ocasião o curso oferecia 278 créditos distribuídos em 4.170 horas aula.

Em 1979, a UEMT passou a denominar–se Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, e o curso foi lotado no Centro de Ciências Exatas e Tecnologia (CCET) e com o desmembramento do CCET passou a ser lotado na Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanimo e Geografia (FAENG), onde permanece até hoje.

Devido ao progresso científico e tecnológico e as exigências do desenvolvimento regional, desde a sua criação ocorreram quatro reformas na estrutura curricular.Professores ligados à área foram contratados e construídos laboratórios de ensino para hidráulica, saneamento, mecânica dos solos, transportes, estruturas e construção civil, atendendo também às solicitações de pesquisa.

Com a política de capacitação docente do CCET, alguns professores se afastaram para a pós-graduação. No seu retorno, foram oferecidos alguns cursos de pós-graduação, em convênio com o Instituto de Pesquisas Hidráulicas – IPH, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com o CNPq e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Primeiramente, foram criados os cursos de pós-graduação lato sensu, em caráter temporário: Especialização em Engenharia Sanitária (1996-1998); Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho (1990-1991 e 1998-2000); Especialização em Engenharia de Saneamento Ambiental (1999-2000); Especialização em Planejamento e Gerenciamento de Recursos Hídricos (2002-2003); Especialização em Qualidade da Água (2002-2003); Especialização em Construção Civil (1999-2000); Especialização em Gestão de Recursos Hídricos (2002-2004) e Especialização em Segurança do Trabalho (2003–2005).

Em 1999, foi criado o Programa de Pós-graduação, em nível de Mestrado em Construção Civil em convênio com a UFSC. Recentemente foi aprovado o Mestrado em Eficiência Energética e Sustentabilidade com a interação de diversas áreas tais como: arquitetura, engenharias e Física.

O presente texto do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Civil da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul tem como objetivo enquadrar a estrutura do Curso às exigências da Resolução CNE/CES No 11, de 11 de Março de 2002 e, também, ao Parecer do CES No 1.362/2001, de 12 de Dezembro de 2001, e contempla as sugestões encaminhadas pelos docentes dos diversos Departamentos da UFMS, que ministram disciplinas ao Curso.

Para atendimento à Resolução nº 214/Coeg, de 17 de dezembro de 2009, que regulamenta a implantação do regime semestral de matrícula por disciplina, o Colegiado do Curso de Engenharia Civil, após o recebimento de contribuições de professores do curso, aprova alterações com este objetivo e procede a ajustes de locação de disciplinas nos semestres; introdução de novas disciplinas; altera a carga horária e a ementa de algumas disciplinas para tornar similares às de outros cursos e assim facilitar a oferta para alunos reprovados; aumenta a carga horária total das disciplinas optativas para efeito de integralização curricular de forma a permitir, por escolha do aluno, a obtenção de habilidades de uma determinada área da engenharia civil; introduz novas disciplinas optativas pertencentes a outros cursos para ampliar as opções de escolha dos alunos e utilizar a oferta de disciplinas de interesse para a sua formação e; procede alterações nas normas de Trabalho de Conclusão de Curso e de Atividades Complementares e; estabelece a semana de atualização e inovação tecnológica, com freqüência a ser definida pelo colegiado de curso, com o objetivo de oportunizar aos acadêmicos tomar conhecimento, através de pesquisadores, profissionais atuantes na prática da engenharia civil e técnicos de empresas de materiais e equipamentos, dos avanços na ciência, tecnologia e processos de engenharia civil.